sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

NAD – Nicotinamida, adenina-dinucleotídeo: ácido nicotínico, vitamina PP ou niacina

NAD – Nicotinamida-adenina-dinucleotídeo; nicotinamida é uma amida (CONH2) do ácido nicotínico, também conhecida como vitamina PP ou niacina. O NAD é dotado da capacidade de transportar elétrons e prótons.

 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Pêssego contém grande quantidade de niacina, uma das vitaminas do complexo B, além de vitamina C e sais minerais como o ferro

Pêssego

Ferro e vitaminas para o corpo.

O pêssego é uma fruta conhecida e cultivada pelo Homem há mais de 2 mil anos. Relatos mostram que já era apreciada na China Antiga, de onde se espalhou pelo restante do mundo. No Brasil, foi trazida por volta de 1532 por Martim Afonso de Souza, comandante de uma das primeiras expedições portuguesas de colonização.

Possui nutrientes importantes para o bom funcionamento do corpo. Nesta fruta , encontramos grande quantidade de niacina, uma das vitaminas do complexo B, que tem por função evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso. Também encontramos vitamina C e sais minerais como o ferro.

O ferro é um componente que garante a saúde do sangue em nosso organismo. Por essas características, é uma fruta indicada para prevenir e ajudar quem tem hemofilia, pois impede as hemorragias. Protege o fígado e os pulmões também. E é boa para dietas: 100 gramas de pêssego tem apenas 43 calorias.

Quando for comprar, prefira os de casca firme, mas não dura. Para melhor conservação, eles devem ser guardados na geladeira por até duas semanas. Mas, atenção: os pêssegos só devem ser lavados pouco antes de serem servidos. Os que estiverem muito maduros ou com algumas manchas, devem ser aproveitados rapidamente.


Mais Artigos:
 


domingo, 15 de dezembro de 2013

O mal de Alzheimer e a vitamina B1

ANDRÉA GALANTE
colunista da Folha Online

Responsáveis por vários processos metabólicos no organismo, os minerais e as vitaminas exercem papéis fundamentais em várias patologias. A tiamina, conhecida também como vitamina B1, é co-fator essencial de importantes enzimas envolvidas no metabolismo cerebral, ou melhor, auxilia no funcionamento do sistema nervoso

Algumas pesquisas indicam que indivíduos portadores de mal de Alzheimer têm diminuição nos níveis dessas enzimas e apresentam deficiência plasmática. A recomendação de B1 para indivíduos adultos saudáveis é de 1,2mg, mas pode mudar em casos de doenças. No caso do Alzheimer alguns estudos demonstram que a suplementação de 3 g a 8 g diariamente pode ser benéfica .

A niacinamida (B3), o ácido fólico, a vitamina B12 e o magnésio também devem fazer parte do cardápio, principalmente para quem tem a doença. Veja as principais fontes e procure acrescentar esses alimentos no cardápio diário:

- Fontes de B1: levedo de cerveja, grãos de cereais integrais, aveia, amendoim, carnes, leite
- Fontes de B3: fígado, carne magra, trigo integral, levedo de cerveja, frango, tâmara, ameixa
- Fontes de ácido fólico: folhas verde escuro, cenoura, gema de ovo, melão, abacate, abóbora, trigo integral
- Fonte de vitamina B12: fígado, carnes bovina, ovos
- Fontes de magnésio: chocolate, aveia, cereais integrais e frutas secas (como o damasco)

Só use suplementos nutricionais com indicação do nutricionista ou médico!

Boa semana!

Andrea Galante é mestre e doutora em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo, e presidente da Associação Brasileira de Nutrição. Escreve quinzenalmente na Folha Online, às terças-feiras.

E-mail:
andrea.galante@uol.com.br

sábado, 7 de dezembro de 2013

Niacina Tratamento de Alzheimer

A niacina é utilizada no tratamento da doença de deficiência de vitamina pelagra, que sofre de demência, como um dos seus sintomas.

Agora, a investigação tem mostrado uma ingestão diária de niacina pode prevenir ou tratar a doença de Alzheimer. A niacina pode ser feita no alimento ou como um suplemento dietético. Niacina

A niacina suplemento dietético, vulgarmente conhecido como ácido B-3 nicotínico ou vitamina, tem sido utilizado há muitos anos no tratamento da pelagra. Os sintomas da pelagra incluem diarréia, dermatite e demência. A niacina é usado em suplementos ambos farmacêuticos e dietéticos como um agente de redução do colesterol e como um forte antioxidante para o cérebro.
Do Rush Instituto

Por mais de cinco anos, de Chicago Instituto corrida de Saúde Envelhecimento estudou 3.718 homens e mulheres com idade superior a 65 anos, olhando para os efeitos de dietas ricas em niacina na prevenção da demência. O estudo comparou pessoas que comem uma dieta rica em niacina e tomar um suplemento dietético de niacina em doses que variam de 45mg ao dia e 17 mg ao dia. As pessoas com uma ingestão diária de niacina suplementar de 22.4mg foram 80 perent menos propensos a sofrer de Alzheimer do que os grupos com uma ingestão diária menor.
Tratamento

A niacina é usado no tratamento da doença de Alzheimer, tanto a dieta do paciente e, como um suplemento dietético. Como doentes de Alzheimer são frequentemente desnutridas e sofrem de deficiências de vitaminas, a introdução de uma dieta rica em proteínas e suplementos de vitamina B é vital não apenas para o tratamento da doença de Alzheimer, mas para um retorno à saúde física. A adição de alimentos como carnes magras, leite, amendoim, vegetais de folhas verdes, cereais integrais ou enriquecidos, levedura seca de cerveja e café aumentar a ingestão de niacina e aumentar a ingestão de proteína vital para a recuperação. Quando o corpo não consegue produzir ou tomar bastante vitamina B-3 através de dieta, a niacina suplemento de recuperação aids. A ingestão atualmente recomendada de niacina para os homens é 16 mg por dia e para as mulheres, 14mg. O estudo do Rush Institute descobriu que os benefícios para as doenças relacionadas com a demência começou quando uma dieta rica em niacina foi complementada com um suplemento de niacina administrada por via oral, pelo menos, 17 mg por dia.

sábado, 9 de novembro de 2013

Vitamina C e beta-caroteno combatem Alzheimer...



Poderia a ingestão de vitamina C e beta-caroteno ajudar a proteger as pessoas da demência, incluindo doenças como Parkinson ou Alzheimer?
Uma nova pesquisa realizada na Alemanha sugere que a resposta é positiva.
Gabriele Nagel e seus colegas da Universidade de Ulm estavam estudando o efeito dos antioxidantes sobre o surgimento da doença de Alzheimer.
Os resultados indicam que é possível influenciar o desenvolvimento desta doença neurológica através da utilização de suplementos de antioxidantes, ou mesmo com uma mudança saudável na dieta.
Os pesquisadores avaliaram 74 pacientes com Alzheimer e 158 indivíduos saudáveis como controle, os dois grupos com idades entre 65 e 90 anos.
Eles descobriram que a concentração sérica dos antioxidantes vitamina C e beta-caroteno é muito mais baixa em pacientes com demência leve do que em pessoas saudáveis - os participantes dos dois grupos foram pareados por sexo e por idade.
O grupo afirma que o estresse oxidativo contribui para o desenvolvimento da doença de Alzheimer - o estresse oxidativo restringe a aproveitamento do oxigênio pelo corpo.
Por isso eles levantaram a hipótese de que os antioxidantes poderiam proteger o organismo contra a neurodegeneração.
Os cientistas analisaram os níveis séricos de vitamina C, vitamina E, beta-caroteno, licopeno e coenzima Q10 no sangue dos voluntários.
Eles relatam que a concentração de vitamina C e beta-caroteno no soro dos pacientes com Alzheimer foi muito mais baixa do que no sangue dos participantes de controle.
Nenhuma diferença foi observada entre os grupos em relação aos outros antioxidantes (vitamina E, licopeno e coenzima Q10).
O grupo salienta que o armazenamento e o preparo dos alimentos, além de elementos de estresse na vida dos pacientes, podem ter afetado os resultados.
"Estudos longitudinais com mais participantes serão necessários para confirmar o resultado de que a vitamina C e beta-caroteno podem prevenir o aparecimento e o desenvolvimento da doença de Alzheimer," disse a Dr. Nagel.
Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Pílula diária de vitamina B e ácido

fólico pode adiar Alzheimer


Publicado:
Atualizado:

LONDRES - Uma pílula diária com altas doses de vitamina B e ácido fólico pode retardar em até 70% o início da perda de memória na velhice e até proteger contra o Alzheimer, segundo pesquisadores da Universidade de Oxford.
Segundo Celeste de Jager, que coordenou o estudo, "pessoas de meia idade deveriam começar pensar em seus níveis de vitamina". O novo tratamento mira em um componente da corrente sanguínea chamado homocisteína, que é produzido naturalmente pelo corpo mas atinge níveis mais altos na velhice - danificando o revestimento dos vasos sanguíneos e levando ao encolhimento do cérebro, causando um aumento do risco de Alzheimer, bem como acidente vascular cerebral e doenças cardíacas.
Os pesquisadores recrutaram 270 pessoas de 70 anos ou mais que sofriam de lapsos de memória. Metade tomou o composto de vitamina B6, B12 e ácido fólico e outra metade tomou placebo. Em vários momentos do estudo os pacientes tiveram que fazer um teste de memória com uma lista de 12 palavras que deveriam ser gravadas e lembradas 20 minutos depois.
Depois do primeiro ano, aqueles com altos níveis de homocisteína tinham 70% mais chances de dar respostas corretas que os demais. Exames de imagem nos cérebros dos pacientes mostraram que as vitaminas reduziram o encolhimento cerebral em 30% em média, aumentando para 50% em pacientes com altos níveis de homocisteína.
Uma pesquisa nacional para estabelecer se a descoberta pode de fato retardar o quadro da doença e outras formas de demência deve começar no próximo ano.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/pilula-diaria-de-vitamina-e-acido-folico-pode-adiar-alzheimer-2698555#ixzz2h5epneKO
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

domingo, 29 de setembro de 2013

Niacina Tratamento de Alzheimer

A niacina é utilizada no tratamento da doença de deficiência de vitamina pelagra, que sofre de demência, como um dos seus sintomas.

Agora, a investigação tem mostrado uma ingestão diária de niacina pode prevenir ou tratar a doença de Alzheimer. A niacina pode ser feita no alimento ou como um suplemento dietético. Niacina

A niacina suplemento dietético, vulgarmente conhecido como ácido B-3 nicotínico ou vitamina, tem sido utilizado há muitos anos no tratamento da pelagra. Os sintomas da pelagra incluem diarréia, dermatite e demência. A niacina é usado em suplementos ambos farmacêuticos e dietéticos como um agente de redução do colesterol e como um forte antioxidante para o cérebro.
Do Rush Instituto

Por mais de cinco anos, de Chicago Instituto corrida de Saúde Envelhecimento estudou 3.718 homens e mulheres com idade superior a 65 anos, olhando para os efeitos de dietas ricas em niacina na prevenção da demência. O estudo comparou pessoas que comem uma dieta rica em niacina e tomar um suplemento dietético de niacina em doses que variam de 45mg ao dia e 17 mg ao dia. As pessoas com uma ingestão diária de niacina suplementar de 22.4mg foram 80 perent menos propensos a sofrer de Alzheimer do que os grupos com uma ingestão diária menor.
Tratamento

A niacina é usado no tratamento da doença de Alzheimer, tanto a dieta do paciente e, como um suplemento dietético. Como doentes de Alzheimer são frequentemente desnutridas e sofrem de deficiências de vitaminas, a introdução de uma dieta rica em proteínas e suplementos de vitamina B é vital não apenas para o tratamento da doença de Alzheimer, mas para um retorno à saúde física. A adição de alimentos como carnes magras, leite, amendoim, vegetais de folhas verdes, cereais integrais ou enriquecidos, levedura seca de cerveja e café aumentar a ingestão de niacina e aumentar a ingestão de proteína vital para a recuperação. Quando o corpo não consegue produzir ou tomar bastante vitamina B-3 através de dieta, a niacina suplemento de recuperação aids. A ingestão atualmente recomendada de niacina para os homens é 16 mg por dia e para as mulheres, 14mg. O estudo do Rush Institute descobriu que os benefícios para as doenças relacionadas com a demência começou quando uma dieta rica em niacina foi complementada com um suplemento de niacina administrada por via oral, pelo menos, 17 mg por dia.